sexta-feira, 4 de março de 2011

Retomando as rédeas

Depois de muito, mas muito tempo afastada desse vício, chamado #blog. Eu resolvi retornar as atividades, resolvi descarregar todo o peço que passei e que ainda passo aqui. Mas não agora, nesse post de volta quero falar de coisas booas, de coisas que me fazem beem, que me preenchem, que acrescentam!
Não acho que passamos a vida ensaiando, e sim que vivemos como em uma apresentação, na qual cuidamos para que todos os detalhes e movimentos sejam perfeitos. Falas não sejam esquecidas, e lágrimas tenham hora certa para cair.
Quero mesmo a vida como um ensaio... Onde é possível errar, mas depois consertar e seguir em frente com o roteiro, que pode ser alterado a qualquer hora caso existam idéias para melhorá-lo. Onde todos buscam o melhor em conjunto, compreendendo que o que vale mais é a caminhada e não tão somente o ponto de chegada. Que improvisos, inovações e melhorias, não são apavorantes, e sim, graciosamente necessários.
Temer uma boa mudança sempre foi um erro, daqueles que julgo imperdoável. Aliás, não simpatizo com o que é fechado, reto, imutável. Necessito do que é aberto, que transforme um drama em comédia por pura vontade, e não abra espaço para arrependimentos. Que se deixe levar pelas melhores vontades inesperadas. Vontade de chuva, areia quente e água gelada, pés descalços e mergulho onde não dá pé.
Te desejo assim, com o roteiro escrito até o dia de hoje, para que tu nunca esqueças de onde veio. E, apartir de amanhã, em páginas semi-preenchidas, para que não perca teu guia, e também não saibas com precisão onde o destino vai te levar


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